GOLPE NOS IDOSOS . . . C U I D A D O !

GOLPE NOS IDOSOS . . . C U I D A D O !

VAMOS BUSCAR !

VAMOS BUSCAR !


terça-feira, 20 de outubro de 2009

CABRAL . . . EXPLICA A GUERRILHA URBANA !

20/10/2009 - 08:45

Rio investiu só 24% da verba prevista para segurança



Agência Estado





Rio de Janeiro - O governo do Estado do Rio não consegue realizar os investimentos previstos nos orçamentos para a segurança pública - que reúne ações para as Polícias Militar e Civil, bombeiros e sistema penitenciário, entre outros. Dados do Sistema de Informações Gerenciais (SIG) da Secretaria de Estado de Fazenda mostram que, em 2009, dos R$ 421 milhões de dotação inicial para o setor, o Estado só liquidou R$ 102,1 milhões até ontem - 24,2% do total.






Nos três anos da administração Sérgio Cabral, o total previsto em investimentos para segurança pública chegava a R$ 804.818.112, segundo o SIG. Até ontem, a realização dessas ações consumiu apenas R$ 316.102.753,36 - ou 39,2% do total de dotações.






Os dados do SIG mostram ainda que os investimentos ficaram abaixo do esperado mesmo quando o Estado arrecadou mais do que previa. O orçamento do ano passado projetava que o total de receitas somaria R$ 39,87 bilhões. No fim do ano, verificou-se que esse número ficou em R$ 43,01 bilhões. Mesmo arrecadando R$ 3,14 bilhões a mais, os investimentos na rubrica segurança pública ficaram bem abaixo do que constava no orçamento inicial. A dotação era de R$ 254,2 milhões, mas o investimento somou R$ 157,7 milhões (62%).






A Secretaria de Estado de Segurança Pública informou que não comentaria como os investimentos abaixo do previsto afetam o setor. O órgão informou que, para 2009, seu orçamento para despesas de capital soma R$ 279 milhões e foram gastos até agora R$ 125 milhões. Segundo a pasta, questões judiciais e convênios que ainda não foram cumpridos impediram a realização de porcentagem maior do que se previa inicialmente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.









segunda-feira, 19 de outubro de 2009

BRASIL S/A . . . RUMO A 2016

EXÉRCITO VETA E "VAGABUNDO" COMPRA DIRETO DO FABRICANTE . . . VAMOS PARAR DE HIPOCRISIA !

Exército veta compra de metralhadoras








Armas, que seriam usadas em helicópteros da Polícia Civil do Rio, já haviam sido testadas






O GLOBO







Um mês antes da queda do helicóptero Phenix 3 da Polícia Militar, a Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) do Exército, em Brasília, vetou a compra de 12 metralhadoras americanas Minimi (M-249) pela Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil do Rio. A arma - usada pela Polícia Federal e por unidades da Marinha - já tinha sido testada por quatro meses nos helicópteros da instituição. A aquisição do armamento calibre 5.56 fazia parte de um planejamento da Polícia Civil para aumentar a segurança da tripulação nas aeronaves durante ações de combate ao tráfico.






Além de quatro meses de testes com a metralhadora americana Minimi, uma equipe da Core avaliou o emprego de outras armas de precisão para serem usadas nas aeronaves da coordenadoria. Um estudo técnico foi elaborado e levado no mês passado por dois representantes da Polícia Civil aos militares da DFPC do Exército, em Brasília. Apesar de comprovada a eficácia do equipamento, a compra foi vetada com base em uma portaria que proíbe o emprego desse tipo de arma por polícias estaduais.






Meses antes, a mesma portaria foi usada como argumento pelo Exército para impedir que o comando do Batalhão de Operações Especiais (Bope) realizasse a compra de coletes a prova de balas de uma empresa israelense. Embora o material analisado fosse melhor e mais leve que os similares nacionais, a compra não foi liberada sob o argumento de priorização do emprego de produtos confeccionados por empresas nacionais.






O Globo tentou ouvir o centro de comunicação do Exército, em Brasília, sobre o impasse nas compras das metralhadoras e dos coletes a prova de balas. Por telefone, um militar informou que não havia expediente ontem na diretoria de fiscalização de produtos controlados.






De acordo com o planejamento da Core, o modelo de metralhadora Minimi é mais leve e tem maior precisão em ações aéreas. Além da compra do armamento, a Polícia Civil conseguiu recursos junto à Secretaria de Segurança Pública para blindar totalmente um dos modelos Esquilo AS 350 B2. A aeronave ainda vai receber este ano um equipamento sofisticado capaz de captar imagens com nitidez a uma altitude de 3 mil pés (900 metros).






O equipamento, orçado em R$3,5 milhões, é composto de câmera, com capacidade de captar imagens à noite, centro de monitoramento, que será instalado na Coordenadoria de Inteligência da Polícia Civil, e palmtops, a partir dos quais as equipes em terra poderão acompanhar em tempo real as imagens geradas pela câmera instalada na aeronave. O emprego desse tipo de equipamento vai permitir o planejamento das ações de combate a facções criminosas, com menor risco aos policiais.





RIO, CIDADE DO MEDO E DO TERROR

Domingo, 18 Outubro, 2009






Rio, cidade do medo e do terror

BLOG DA SEGURANÇA

O Rio de Janeiro de há muito - as recentes cenas da invasão de traficantes ao Morro dos Macacos mostraram mais uma vez- é o epicentro da violência urbana no mundo ocidental, onde uma incomparável guerra urbana, de caráter permanente, numa ambiência ...



de criminalidade atípica, impõe a todos o medo e o terror, ainda que cientistas sociais, voltados para a militância de direitos humanos, vivendo na contramão de direção, num mundo irreal de sonhos e fantasias, insistam em desconhecer e mascarar.

É cristalino constatar o contexto narcoterrorista que envolve o Rio e há que se reconhecer que a capacidade operativa do aparelho policial do estado, ainda que bravos policiais, heroicamente, derramem o sangue a todo instante na defesa da sociedade, chegou ao seu limite. A análise de cenário conflagrado pela guerra urbana nos demonstra claramente que de há muito estão esgotados, pelo estado, todos os instrumentos destinados à preservação permanente e eficaz da ordem pública, observada a impossibilidade, por carência absoluta de efetivo humano, mormente da polícia ostensiva, de preservar a incolumidade (relativa) das pessoas e do patrimônio. O Rio é hoje a Medélin dos anos noventa. O que é pior, sem perspectivas, a curto e médios prazos, que se resolva a questão a um patamar de razoabilidade. Um estado com média anual de 5 mil homicídios e roubos em númaros estratosféricos assusta.

Não há como ficar esperando o recompletamento de efetivos policiais para a Copa do Mundo e Olimpíadas. A guerra do tráfico está aí a nos desafiar e tem que ser encarada com os dispositivos legais disponíveis no estado democrático brasileiro, onde a participação operacional das Forças Armadas, na defesa da lei e da ordem, com fulcro na Lei Complementar 97/99, com as alterações da Lei Complementar 117, não pode mais ser descartada. Policiais, inferioriorizados numerica e taticamente, e cidadãos ordeiros, não podem mais permanecer correndo risco iminente de vida. A paz social e o direito de ir e vir tem que ser buscados agora antes que seja tarde. O policiamento de vias expressas, nos entornos de pontos críticos e dos quartéis são missões que devem ser atribuídas, urgentemente, às Forças Armadas no apoio ao aparelho policial do estado, hoje deficitário em contingente humano necessário ao cumprimento da complexa missão de preservação da ordem pública e da própria polícia investigativa. Segurança é hoje prioridade número um no Rio.

A arma de guerra e a ousadia de narcoterroristas, que abateram, na manhã de 17 de outubro, o helicóptero da Polícia Militar, nas proximidades do Morro dos Macacos, matando dois policiais e ferindo quatro, é a mais pura caracterização de um teatro de operações só imaginável numa ambiência de guerra de guerrilha ou numa guerra convencional. Este é o cenário do Rio. Lindo pelas mãos da natureza e violento por orquestração do tráfico. O mínimo que deve ocorrer, numa guerra entre morros que dura mais de vinte anos, é a ocupação do Morro São João e dos Macacos pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP). O quadro de urgência e o bem-estar de moradores da região, sob o pânico e o terrorassim o exigem. Obviamente que se tal episódio, extremamente negativo para a imagem da cidade, tivesse ocorrido momentos antes da indicação da cidade sede para as Olimpíadas de 2016, o Rio teria sido excluído com todas as letras.

Quem mata cidadãos e policiais em profusão e infunde o estado de pânico, impedindo o direito de ir e vir, ferindo de forma gravíssima a ordem pública e a própria ordem institucional- quem mata policiais em serviço atenta contra o estado- cabe ser duramente reprimido na forma da lei. Ou agora ou nunca. Ousadia tem limites.



RIO, DEPOIS DO HOLOCAUSTO . . . O PREJUÍZO !





Churrasco na Chatuba e rajadas de fuzis



O DIA



Rio - A queda do helicóptero da PM foi comemorada por traficantes do CV com churrasco, regado a cerveja e uísque, na favela da Chatuba, que faz parte do Complexo da Penha. A festa começou às 18h de sábado, no aniversário do filho Luiz Claudio Serrat Corrêa, o Claudinho CL. Ele e Fabiano Atanázio da Silva, o FB, que comandou a invasão ao morro dos Macacos, são acusados de terem planejado o assassinato do diretor do presídio Gabriel Ferreira Castilho (Bangu 3), o tenente-coronel José Roberto do Amaral Lourenço, em outubro do ano passado. A Polícia Civil tem informações de que a comemoração se estendeu até o baile funk, à noite. Na madrugada, FB teria autorizado ainda foguetório e rajada de fuzis para saudar a queda da aeronave e a morte dos policiais.





NOSSO ESPORTE OLÍMPICO É MATAR

segunda-feira, 19 de outubro de 2009
3:27



Reinaldo Azevedo
VEJA

 

O helicóptero da polícia do Rio atingido por traficantes caiu, ironicamente, na chamada Vila Olímpica do Sampaio, antigo Clube do Sampaio, um local com estrutura e equipamentos dedicados aos esportes. Estamos em tempos de surpreender e assombrar o mundo, conforme reza a propaganda ufanista do ex(?)-MR-8 Franklin Martins. Podemos reivindicar a tropicalização dos esportes olímpicos, acrescentando Tiro ao Helicóptero e Inocente Atingido por Bala Encontrada — já que as perdidas são aquelas das quais nem ficamos sabendo. Há um pouco de amargo deboche nisso? É óbvio que sim. Contra o Rio? Ora! Por que ser modesto? Podem colocar logo aí: “Contra o Brasil” — nome de um livro de Diogo Mainardi. Esse Brasil que “eles” fazem e que têm feito por aí. Ou alguém seria contra o Brasil ideal? Eu não sou contra nem a Suíça ideal, entendem? Não, alguns não vão entender.






A violência escancarada do Rio — nem é a cidade que mais mata no país; a mais violenta é Recife, capital de Pernambuco, um dos locais onde estaria em curso a revolução lulo-petista — é só um episódio na conta dos 50 mil homicídios que ocorrem por ano no Brasil. Na maioria das vezes, trata-se de pobre matando pobre — a pobreza que, tudo indica, está sendo oficialmente extinta pela propaganda. Nos tempos em que Marilena Chaui fazia suas rasantes teóricas pilotando a vassoura mais ligeira da filosofia brasileira, o ufanismo era certamente coisa da direita (leia Do Kotscho à Chaui, de Diogo). O Brasil experimenta agora a boçalidade do patriotismo de esquerda. Veio bater nas nossas praias, na versão stalinismo de mercado, com uns 50 anos de atraso…






Podem-se encontrar dezenas de explicações para as cenas a que assistimos diariamente, mas a mais evidente e menos abordada é esta: miséria moral. O establishment político e econômico se acostumou a esta nossa “verdade”. Assisti a uma reportagem que contava os bastidores do filme oficial da candidatura do Brasil à Olimpíada de 2016. Muita gente deu seu testemunho. O de um publicitário-cineasta — não era Fernando Meirelles; não me lembro o nome; pouco importa — me encantou particularmente. Reproduzindo o que seria uma indagação da “turma do contra”, considerou: “Ficam perguntando por que a gente não falou da violência do Rio. Ora, Tóquio não falou dos seus terremotos, e Madri não falou dos atentados terroristas”. Entenderam?






A bandidagem que faz refém 20% da população da cidade do Rio, que mora em favelas, é como os terremotos de Tóquio: um dado da natureza. Ou então é com um atentado terrorista da Al Qaeda — é coisa que não nos pertence. Não que um filme-propaganda devesse tratar das modalidades olímpicas nativas como Tiro a Helicóptero, mas o argumento é boçal e expressa uma certa má consciência segundo a qual a cidade é obrigada a conviver com isso. Há o Pão de Açúcar, as praias e os traficantes. E não custa lembrar. Tóquio usa a tecnologia contra os terremotos; Madri tomou medida adicionais de segurança contra o terror. O Brasil costuma levar a “cultura” da bandidagem dos morros para ser exaltada na televisão na forma de “produção do povo”.






É por isso que os terremotos não matam em Tóquio, mas os bandidos matam milhares de pessoas no Brasil. O Japão odeia seus terremotos; nós adoramos os nossos marginais; nós adulamos as nossas catástrofes.






Dá para resolver? Acho que dá, não é? Há um fato, não menos lastimável do que o narcotráfico, que evidencia que é, sim, possível alterar essa equação desde que exista uma política pública voltada para esse fim, que não se esgota no confronto da polícia com os bandidos, embora ele seja inevitável e necessário. Refiro-me às milícias.






As milícias são mais uma evidência de que a segurança pública no Rio está doente — e não se enganem: existem justiceiros em outras cidades do país. É evidente que elas têm de ser combatidas. São também criminosas. Mas, curiosamente, estão a nos dizer que é balela essa história de que é impossível combater a bandidagem original. O que não pode, evidentemente, é combater o crime com outros crimes; ele tem de ser enfrentado é com a lei. O que estou evidenciando é que, se uma milícia consegue desalojar grupos pertencentes a facções do crime organizado, por que não conseguiria o Estado, que dispõe de mais recursos?






Não consegue porque as políticas públicas de segurança, no Brasil, já foram infiltradas pela poetização do banditismo. Sei que muita gente chia nessas horas — “Lá vem você com isso! Mas que paranóia!”; falem à vontade; não ligo — , mas o fato é que todo o entendimento de segurança pública no país passa pelo filtro das esquerdas. E cabe constatar: elas são especialistas históricas em produzir violência, não em combatê-la.






De fato, transformaram a violência em teoria política. Nem é preciso lembrar aqui que o crime organizado em comandos hierarquizados é produto da fusão da teoria de homicidas marxistas (em nome da história) com a prática de homicidas comuns (em nome da sua carteira).






Ninguém entra no morro hoje sem pedir licença a uma miríade de ONGs e organizações que representam a tal “comunidade”. Começam convivendo com os “donos” do lugar e terminam como seus aliados e porta-vozes. O problema, reitero, é federal. Certas áreas do país não podem mais ficar por conta apenas das polícias estaduais. Mas a segurança pública, como se nota, não vira tema de campanha de jeito nenhum. Não podemos nos dar a esse luxo, não é? Vai que, enquanto tratamos disso, os piratas somalis roubem o petróleo do pré-sal com seus canudinhos mágicos.






Aí o petralha cretino manda ver: “Rá, rá, rá, Lula tem 80% de popularidade e trouxe a Olimpíada”. E daí? Nem por isso o país deixa de produzir todo ano os seus 50 mil presuntos. Sem uma política de segurança na esfera federal que combata a bandidagem e recupere os pedaços de território do país que foram tomados pelo narcotráfico, isso não muda. No mínimo, para que se faça a Olimpíada em paz, será preciso chamar à mesa de negociação a parte que ainda não foi chamada: a bandidagem — a dos morros…






O Estado brasileiro terá de celebrar um acordo com o Estado do Narcotráfico; acordo mesmo; coisa entre países, entenderam? Não será nenhuma novidade. Certa feita, o então ministro da Cultura, Gilberto Gil, só conseguiu participar de uma solenidade em área dominada pelo tráfico depois de uma negociação. Como um ministro representa o presidente, era como se Lula tivesse negociando com o seu homólogo daquele outro país; algumas obras do PAC só são tocadas com autorização dos donos do pedaço.






Vetei comentários de alguns leitores que afirmaram que o carioca tem uma cultura tolerante com o crime etc e tal. Queridos, neste blog, não existem cariocas, fluminenses, paulistanos, paulistas, mineiros. Nada me aborrece mais — porque acho burrice ou vigarice — esse negócio de “São Paulo gosta disso, Minas quer aquilo, o Rio reivindica aquilo outro…” Acho que São Paulo, Rio, Minas e o Brasil querem o que quer toda gente: viver em paz, de acordo com as leis democraticamente pactuadas. Vá ver se o trabalhador do Rio, morador das favelas, vê com bons olhos o mito da cultura do morro. Ele quer o que queremos todos: os filhos estudando em escolas decentes, tentando melhorar de vida.






Quem transformou a população do morro num “outro ser”, numa espécie de extra-terrestre, que tem sua própria visão de mundo, não foram os “conservadores”; ao contrário, isso é obra dos “progressistas”, que os vêem com olhos de antropólogos tolerantes, que não querem interferir naquela “cultura”.






De vez em quando, aqueles seres estranhos começam a trocar balas, e isso incomoda um pouco… Não! Isso não é “coisa de carioca”. Isso é fruto da irresponsabilidade do Poder Público e, no fundo, da impiedade transformada numa ética.






Numa ética e num esporte. O verdadeiro esporte olímpico nativo tem sido o Tiro ao Homem.








O P I N I Ã O





Sr. Governador:







Por enquanto o Sr. passeia e se esbalda no 1o. Mundo, as custas do nosso dinheiro, nós - o povo que o elegeu (infelizmente) - vivemos à mercê dos bandidos, os quais, não sei o porque, não são atcados e mortos de uma vez por todas.






O que está acontecendo agora, no Morro dos Macacos é o resultado do seu descaso para com a população decente e trabalhadora, contra a qual acontece a má distribuição de renda, pois, os bandidos, não pagam nada; nenhum imposto ou taxa (água, luz, etc), vivendo muito bem, gastando graciosamente bastante luz, água etc, vendendo seus produtos ilícitos (à vontade) e, com o lucro astronômico que auferem, comprando armas potentíssimas para nos ameaçar, colocando nossas vidas e propriedades em risco constante.






Será que o Sr. não toma nenhuma atitude contra essa situação, porque ninguém da sua família ainda foi atacado? Ou por que atacar favelas representa perder votos?






Só sei que, de há muito, o Rio se encontra em regime de guerra civil (ou guerrilha) e, somente, as ditas "autoridades" (como o Sr.) não enxergam isto, ou não querem enxergar. Será que por covardia? Ou por simples descaso? Gostaria de saber.






Evidentemente, o que hoje está acontecendo aquí repercutirá na imprensa internacional e o comitê que elegeu o Rio como sede das Olimpíadas 2016, deverá estar arrependido de tê-lo feito. Naturalmente que o Sr. deverá ser abordado por jornalistas internacionais sobre o assunto. Só espero que o Sr. não tenha o cinismo de dizer que tal acontecimento é um fato isolado. Eu ficarei com muito mais raiva do Sr. do que a que estou sentindo nesse momento. Daí, clamarei para que a guerrilha bata a porta da sua casa e da sua família.






Como cidadã que sou e que tenho o direito de ter segurança, em nome de todo o povo honesto e trabalhador do Rio, exijo que o Sr. Sai do seu pedestal de demagogia e tome uma atitude eficaz de homem de brio, determinando a varredura de uma vez por todas desses bandidos cruéis.






Afirmo que se não tiver uma resposta imediata e ferrenha da sua parte, que convalide não ser o Sr. um covarde ou um demagogo, juro que farei tudo o que estiver ao meu alcance (e até o impossível) para que o Sr. Não se eleja a mais nada.






MARILDA DE CASTRO NUNES