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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Flanelinhas serão cadastrados em delegacias do Centro a partir desta terça-feira

Publicada em 31/08/2009 às 09:09

Flanelinhas serão cadastrados em delegacias do Centro a partir desta terça-feira

Bom Dia Rio





RIO - Numa tentativa de organizar os estacionamentos nas ruas do Rio, a Secretaria de Ordem Pública, em parceria com a Polícia Civil, começa nesta terça-feira a cadastrar os flanelinhas que atuam no Centro. Os interessados devem procurar a 1ª, 4ª ou 5ª Delegacia Policial no Centro da cidade e apresentar identidade, CPF e comprovante de residência.



Os guardadores vão receber uma credencial que não é uma autorização para atuar no centro do Rio ou nas áreas do Vaga Certa e Rio Rotativo. O documento vai servir para que a prefeitura e a polícia saibam quem está trabalhando em determinado local.



_ Os guardadores vão utilizar talões que é obrigatório, só pode haver cobrança com a venda de talão. A população vai saber com quem está falando e em caso de desvio de conduta, tem o nome e a identificação da pessoa para denunciá-la _ explicou o secretário de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, em entrevista ao telejornal Bom Dia Rio.


1ª Conseg resultará na Política Nacional de Segurança Pública


Enviado por Marcelo Gomes - 30.8.2009
16h01m
EXTRA
encontro em brasília

1ª Conseg resultará na Política Nacional de Segurança Pública

Uma nova proposta de política pública de segurança para o Brasil será apresentada neste domingo, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.
O documento final, elaborado pela sociedade civil e as três esferas públicas (União,estados e municípios), será entregue pela coordenadora geral da 1ª Conseg, Regina Miki, ao secretário-executivo e vice-ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto.



O documento conterá os dez princípios e as 40 diretrizes definidas pelos participantes do evento, que teve início na última quinta-feira.
Será de responsabilidade do Ministério a implementação da Política Nacional de Segurança Pública definida no encontro.



— Este relatório tem o aval de 225 mil brasileiros, que estiveram reunidos em todo o país nas conferencias locais e livres — ressaltou Regina Miki.



Dos 2.097 participantes com poder deliberativo na 1ª Conseg, 40% são da sociedade civil, 30% do poder público e 30% profissionais da área. Eles foram eleitos nas etapas preparatórias de março a julho deste ano.
Especialistas convidados, observadores nacionais e internacionais completam a lista de participantes do evento, mas sem direito a voto.



Confira os eixos temáticos da 1ª Conseg:



Eixo 1 - Gestão democrática: controle social e externo, integração e federalismo



Eixo 2 - Financiamento e gestão da política pública de segurança



Eixo 3 - Valorização profissional e otimização das condições de trabalho



Eixo 4 - Repressão qualificada da criminalidade



Eixo 5 - Prevenção social do crime e das violências e construção da cultura de paz



Eixo 6 - Diretrizes para o sistema penitenciário



Eixo 7 - Diretrizes para o sistema de prevenção, atendimentos emergenciais e acidentes


domingo, 30 de agosto de 2009

O PALÁCIO DO "PROIBIDÃO"


Sem conhecimento da prefeitura, megaquadra foi construída para eventos em favela de Santa Teresa

POR LESLIE LEITÃO, RIO DE JANEIRO

O DIA


Rio - Uma obra faraônica encravada entre barracos dos morros do Fallet e Fogueteiro, em Santa Teresa, vem chamando a atenção não apenas de quem passa pela região, mas também da polícia. O gigantesco teto branco que cobre os 3.850 metros quadrados de um ginásio poliesportivo destoa da paisagem ao redor.



Até 2007, o local era um simples espaço esburacado onde crianças jogavam bola e, aos sábados, bailes funk eram realizados. De lá para cá, com investimento e obras pesadas, foi erguida a quadra, em fase de retoques do acabamento.



As instalações fazem inveja a muitos salões de eventos. Luzes e torneiras com sensores, palco com altura para grandes shows e até um camarote com área envidraçada em blindex — com visão panorâmica para toda a área da quadra.



Na quinta-feira, durante ação de rotina para reprimir o tráfico na localidade — foram apreendidos maconha, crack, cocaína e um fuzil AK-47 —, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) chegou ao local mais uma vez. Para os policiais, mais do que o luxo interno, o que chamou atenção foi muro de concreto, pintado de vermelho, que protege um dos acessos à quadra, de frente para o vizinho e rival Morro do Querosene. “Eles construíram casamatas (abrigos para resistir a ataques armados). Por isso, fica complicado chegar aqui a pé. É preciso o apoio do blindado”, explicou um dos PMs da tropa de elite.



A quadra no alto do morro divide paredes com uma creche, num prédio de quatro andares, construído e abandonado pela prefeitura, que estaria sendo usado para atividades sociais. O ginásio, teoricamente, também tem fins sociais, como mostram as fotos da quadra poliesportiva e do vestiário. Mas as extravagâncias do camarote, por exemplo, indicam que as atividades esportivas poderão ser mero detalhe.



Durante toda a sexta-feira, O DIA tentou fazer contato com a Associação de Moradores do Fallet-Fogueteiro para saber quem financiou a obra e por que motivo uma casamata foi construída no acesso à quadra. A presidente Cinthia Luna não foi encontrada, mas outro líder comunitário, informalmente, limitou-se a dizer que “moradores haviam se juntado para contribuir com a obra”. Resta saber agora quando será a abertura oficial do prédio. Ou se o Choque de Ordem da prefeitura — que declarou guerra às construções irregulares em bairros e comunidades carentes — chegará primeiro.



Secretaria de Urbanismo não tem conhecimento da obra



Oficialmente, a Secretaria Municipal de Urbanismo não tem conhecimento da construção. Somente na semana passada uma líder comunitária esteve na sede da Prefeitura do Rio à procura de informações para legalizar o empreendimento.



Procurada, a prefeitura informou: “Nos próximos dias, a Secretaria Municipal de Urbanismo enviará ao local equipe para verificar a situação da construção e apurar as denúncias. A partir do resultado da vistoria, o órgão decidirá as medidas cabíveis. Se for constatado algum problema de polícia, as autoridades responsáveis pela Segurança Pública do Estado serão comunicadas para tomar as providências necessárias”.



O Serviço Reservado do 1º BPM (Estácio) já vinha fazendo um levantamento do local.
O relatório sobre tudo o que foi apurado deve ser entregue, ainda esta semana, à Subsecretaria Municipal de Ordem Pública, para que seja realizada uma vistoria da construção.



“Me causa estranheza que façam um palacete nababesco como esse. Qual o motivo para essa gastança, com sensor de luz no banheiro e de proximidade na pia, blindex, entre outras coisas? Mas não me compete fiscalizar.
Se a prefeitura solicitar nosso apoio para qualquer coisa, estaremos prontos”, disse o comandante do 1ºBPM (Estácio), tenente-coronel Sérgio Mendes.



A 6ª DP (Cidade Nova), em inquérito que investiga a quadrilha do Fallet-Fogueteiro, já apurava informações sobre a interferência de traficantes na obras, e o possível uso de dinheiro do tráfico para a construção, como indicam várias denúncias.
“É preciso saber a origem desse dinheiro, porque é uma obra que impressiona não apenas pelo tamanho, mas pelo luxo”, disse a delegada Monique Vidal.



Doações da comunidade



Entre moradores, frequentadores e comerciantes que teriam colaborado com a construção da quadra está o Instituto Social Luiz Fernando Petra, com sede em Santa Cruz, na Zona Oeste. Ao longo de 2008, Ana Helena Rossi Coelho, coordenadora da ONG, disse ter colaborado com a doação de material de construção.
“A Cinthia me procurou dizendo que não tinha recursos para desenvolver o projeto e nós ajudamos. Durante uns seis meses enviamos material, inclusive para a cobertura. Mas não lembro quanto foi”, afirmou ela.



Segundo moradores, dentro da comunidade, fala-se em R$ 250 mil gastos na construção do ‘palacete’. Valor salgado para dividir com uma população de apenas 2.144 habitantes, somados os morros do Fallet e Fogueteiro, segundo o último censo de 2000.



Bailes funk encontram resistência dentro da própria comunidade



Apesar das supostas contribuições para a construção na nova quadra, os bailes funk não são vistos com bons olhos por todos da comunidade, como indicam vária ligações para o Disque-Denúncia. Além do consumo de drogas, moradores relatam a presença de homens armados nesses eventos e de músicas de apologia ao tráfico e à prostituição infantil.



Numa busca na Internet, em sites como Youtube e Orkut, há várias dessas canções. Até um CD foi gravado, chamado de ‘Bonde do Toki’, em referência a Thiago Alberto Borges, gerente do Fogueteiro. Em outras há homenagens ao ‘patrão’ e suspeito de ter ‘colaborado’ na construção da quadra, Paulo César Baptista de Castro, o Paulinhozinho, gerente-geral do tráfico.



sábado, 29 de agosto de 2009

CORONEL MENDES FAZ BALANÇO DA OPERAÇÃO


Publicada em 28/08/2009 às 18:17


PM apreende 28 motos, duas delas roubadas, no Morro de São Carlos


Gustavo Goulart

EXTRA


RIO - Duas motocicletas roubadas, 26 com diversos tipos de irregularidades e um carro roubado foram recuperados na tarde desta sexta-feira durante operação da Polícia Militar no complexo de morros do São Carlos, no Rio Comprido.


Os veículos foram encontrados na entrada do Morro de São Carlos e foram recolhidos para averiguação por estarem provocando desordem no trânsito do local.


Segundo o tenente-coronel Sérgio Mendes, comandante do 1º BPM (Centro), responsável pela ação, a investida contou com a participação de cerca de cem policiais, entre eles do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e da Companhia de Cães da PM.


Denúncias recebidas pela unidade davam conta do local onde drogas e armas estariam enterradas. Mas os cães farejadores não encontraram nada.


A operação começou às 9h e durou até o fim da tarde.


Além do Morro de São Carlos, a ação também ocorreu nos morros da Mineira, Queresone e Zinco.

BOPE E 1ª. BPM - BOTANDO MORAL !


Publicada em 28/08/2009 às 14:52


Bope faz operação em favelas do Estácio


CBN



RIO - Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do 1º BPM (Estácio) fazem uma operação nesta sexta-feira nos morros dos Prazeres, Mineira e São Carlos, no Estácio, no Centro.


O objetivo é encontrar um esconderijo de armas e drogas.


Durante a incursão, os policiais apreenderam diversas motocicletas em situação irregular.


Ainda não há informações sobre confronto.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

R E F L E T I N D O . . .


A dúvida,


por hábito,


é defeito;


por princípio, é qualidade.


(Leoni Kaseff)

carros da polícia e bombeiros monitorados


Enviado por Isabel Boechat -
26.8.2009
12h24m


GPS


Alerj propõe que carros da polícia e bombeiros sejam monitorados

A proposta, se aprovada, poderá obrigar a instalação câmeras para registro de vídeo e áudio nas viaturas que servem às áreas de Segurança Pública e Defesa Civil. O assunto deve voltar à pauta da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), hoje, em segunda discussão.


Segundo o autor do projeto, o deputado Gilberto Palmares (PT), a proposta encarrega o Poder Executivo de instalar os equipamentos nos veículos que ainda serão adquiridos. E, nos já existentes, a instalação poderá ser feita de forma gradativa. A intenção, segundo o deputado, é ter um instrumento de monitoramento das ações dos policiais e bombeiros, e, assim, evitar possíveis abusos de poder.


— Caso aja mal, a polícia, por deter o monopólio estatal da violência legítima, é capaz de causar danos graves e irreparáveis, como o espancamento e a tortura de investigados, a falsa incriminação e o homicídio disfarçado de ato em legítima defesa. Isso gera a falta da confiança da população. Por esses motivos, as polícias devem, mais do que outras instituições públicas, ser submetidas a rígido controle — disse o parlamentar.


Segundo o texto da proposta, as câmeras ou microcâmeras deverão estar integradas ao sistema de comunicação central dos órgãos de Segurança Pública e Defesa Civil. As imagens deverão ser arquivadas por, no mínimo, dois anos.